Páginas
Lucilene
Parque das nações MS.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Tá na hora de dormir - Crianças de 2 a 3 anos - Guia do Bebê
Tá na hora de dormir - Crianças de 2 a 3 anos - Guia do Bebê
Impor limites à criança no período noturno é uma receita fundamental para que ela durma no horário. Isso significa que diversões costumeiras do seu filho à noite, como internet e videogame, devem ter horários pré-estabelecidos de uso. Atividades intensas nesse período "energizam" a criança, dificultando a chegada do sono.
Essas brincadeiras devem ser substituídas por exercícios leves, que estimulem o sono. Uma recomendação útil é viajar no mundo da imaginação a partir da leitura de historinhas contadas para a criança já deitada na cama. Prefira histórias curtas e de fácil entendimento, além disso, faça carinho e deixe a luz do quarto apagada. Essa rotina diária implicará na absorção por parte da criança de que a noite é hora de tranqüilidade, e, conseqüentemente, o período de descanso.
"A criança geralmente ultrapassa o horário ideal para dormir simplesmente porque os pais não dão limites a ela. Muitos pais têm medo de dizer não ao filho em certas situações, mas existem momentos em que o pai e a mãe precisam se impor. Um "não" às vezes pode ser fundamental na formação da criança", entende a psicóloga clínica e hospitalar Beatriz Camargo de Burgos Meloni, do Hospital Guilherme Álvaro, de Santos.
A profissional cita um aliado na regularização da rotina de sono da criança: a prática esportiva. Além de ser imprescindível para a formação óssea e motora da criança (sem contar o poder de sociabilização nessa fase de vida), o esporte estimula a chegada do sono mais rapidamente, pois resulta no gasto de energia. Com isso, o corpo necessita de descanso para repor esses nutrientes, sendo fundamental um bom sono para ativá-los.
Hiperatividade - Há casos em que a hiperatividade tem direta influência no momento de dormir. Algumas crianças "elétricas" têm maior dificuldade para pegar no sono, decorrentes do comportamento hiperativo, que está ligado a diversos fatores, como a perda da visão ou audição, incapacidade de processar adequadamente símbolos e idéias, estresse emocional, convulsões ou distúrbios do sono. A hiperatividade também pode estar relacionada com problemas na gravidez, como o uso de álcool e medicamentos. Nesses casos, a criança deve ser tratada por um especialista (pediatra ou psicólogo).
Em outras situações, o excesso de energia pode ser simplesmente conseqüência de um acúmulo de erros cometidos pelos pais, que não controlam o ímpeto da criança, dando toda a liberdade para o filho fazer o que bem entender. "Muitos pais passam o dia inteiro fora de casa e ficam com dó de impor regras quando reencontram o filho. Isso acaba servindo de inspiração para a criança usar e abusar", finaliza Beatriz Meloni.
Por tudo isso, enquanto a luz do dia não aparecer, lugar de criança à noite é na cama. Seja qual for o (a) menino (a), não há nada melhor do que sonhar.
Boa noite e bom sono!
Tá na hora de dormir
Seu filho não gosta de ir pra cama de jeito nenhum no horário recomendado, estende um pouco a noite assistindo televisão ou brincando com o irmãozinho e ainda chia quando é obrigado a ir dormir. Essas características apresentadas pelas crianças são comuns na infância e perfeitamente evitáveis, desde que pai e mãe conscientizem-se de sua importância na educação do filho e criem hábitos sadios que permitirão uma maior regularidade no sono.Impor limites à criança no período noturno é uma receita fundamental para que ela durma no horário. Isso significa que diversões costumeiras do seu filho à noite, como internet e videogame, devem ter horários pré-estabelecidos de uso. Atividades intensas nesse período "energizam" a criança, dificultando a chegada do sono.
Essas brincadeiras devem ser substituídas por exercícios leves, que estimulem o sono. Uma recomendação útil é viajar no mundo da imaginação a partir da leitura de historinhas contadas para a criança já deitada na cama. Prefira histórias curtas e de fácil entendimento, além disso, faça carinho e deixe a luz do quarto apagada. Essa rotina diária implicará na absorção por parte da criança de que a noite é hora de tranqüilidade, e, conseqüentemente, o período de descanso.
"A criança geralmente ultrapassa o horário ideal para dormir simplesmente porque os pais não dão limites a ela. Muitos pais têm medo de dizer não ao filho em certas situações, mas existem momentos em que o pai e a mãe precisam se impor. Um "não" às vezes pode ser fundamental na formação da criança", entende a psicóloga clínica e hospitalar Beatriz Camargo de Burgos Meloni, do Hospital Guilherme Álvaro, de Santos.
A profissional cita um aliado na regularização da rotina de sono da criança: a prática esportiva. Além de ser imprescindível para a formação óssea e motora da criança (sem contar o poder de sociabilização nessa fase de vida), o esporte estimula a chegada do sono mais rapidamente, pois resulta no gasto de energia. Com isso, o corpo necessita de descanso para repor esses nutrientes, sendo fundamental um bom sono para ativá-los.
Hiperatividade - Há casos em que a hiperatividade tem direta influência no momento de dormir. Algumas crianças "elétricas" têm maior dificuldade para pegar no sono, decorrentes do comportamento hiperativo, que está ligado a diversos fatores, como a perda da visão ou audição, incapacidade de processar adequadamente símbolos e idéias, estresse emocional, convulsões ou distúrbios do sono. A hiperatividade também pode estar relacionada com problemas na gravidez, como o uso de álcool e medicamentos. Nesses casos, a criança deve ser tratada por um especialista (pediatra ou psicólogo).
Em outras situações, o excesso de energia pode ser simplesmente conseqüência de um acúmulo de erros cometidos pelos pais, que não controlam o ímpeto da criança, dando toda a liberdade para o filho fazer o que bem entender. "Muitos pais passam o dia inteiro fora de casa e ficam com dó de impor regras quando reencontram o filho. Isso acaba servindo de inspiração para a criança usar e abusar", finaliza Beatriz Meloni.
Por tudo isso, enquanto a luz do dia não aparecer, lugar de criança à noite é na cama. Seja qual for o (a) menino (a), não há nada melhor do que sonhar.
Boa noite e bom sono!
Bruno Rodrigues
sábado, 25 de junho de 2011
Música para aprender e se divertir
Educação Infantil
4 a 6 anosFundamentos
Edição 173 | 06/2004 Música para aprender e se divertir
A iniciação musical na Educação Infantil e nas séries iniciais do Fundamental estimula áreas do cérebro da criança que vão beneficiar o desenvolvimento de outras linguagens. Além, é claro, de ser um grande barato!
Giovana Girardi (novaescola@atleitor.com.br)
A professora Katia Cassia dos Santos, de Diadema, busca a afinação com sua turma de 1ª série: flauta doce na iniciação musical. Foto: Gustavo Lourenção
- Eeeeeeeeuuuuuu!!!
- Mas não é o de comer.
- Aahhh...
- É aquele que quando bate faz... Querem ver? - (Toca no aparelho de CD o som do prato de bateria)
- Eu já ouvi, eu já ouvi!
- Eu também!
O diálogo acima, comandado pelo professor de Educação Infantil Fausto José de Gouveia, deu início a uma das atividades de música da Escola Municipal Serraria, em Diadema (SP). Fausto conduzia a turminha de 5 anos com a leitura do livro Conheça a Orquestra (Ann Hayes, Ed. Ática, 18,50 reais). O objetivo era apresentar, além dos instrumentos musicais, noções de agudo e grave por meio da comparação com o som dos bichos. A criançada se divertia enquanto imaginava o rugido do leão e o "pom, pom, pom" do baixo. Com isso aprendia: "Cada animal, um som diferente, assim como os instrumentos". Na seqüência, as crianças ouviram mais histórias, sapatearam, cantaram e brincaram de Escravos de Jó, reunindo canto, ritmo e coordenação motora. Entre versos e rimas, noções de intensidade e pulsação.
Conteúdo relacionado
ReportagensPlano de aula
Música para quê?
Realizar esse tipo de trabalho ajuda a melhorar a sensibilidade das crianças, a capacidade de concentração e a memória, trazendo benefícios ao processo de alfabetização e ao raciocínio matemático. "A música estimula áreas do cérebro não desenvolvidas por outras linguagens, como a escrita e a oral. É como se tornássemos o nosso 'hardware' mais poderoso", explica a pedagoga Maria Lúcia Cruz Suzigan, especialista no ensino de música para crianças. Essas áreas se interligam e se influenciam. Sem música, a chance é desperdiçada. Segundo Maria Lúcia, quanto mais cedo a escola começar o trabalho, melhor. "Essa linguagem, embora antes fosse mais comum, faz parte de cultura das crianças por causa das canções de ninar e das brincadeiras. O pouco que ainda resta abre um oportuno espaço para o trabalho na escola."
Se você já sabe que a linguagem musical é importante para as crianças, mas tem medo, se acha desafinado, não toca um instrumento e não sabe por onde começar, os pesquisadores da área procuram desfazer o mito de que é difícil ensinar música para crianças sem ser músico. "Não é complicado, só trabalhoso. Não se espera que o professor de música seja um músico, assim como não se imagina que o alfabetizador é um grande escritor", enfatiza Maria Lúcia. Ela criou nas prefeituras de Diadema e Itu, em São Paulo, um programa de capacitação dos professores da rede que inclui formação e planejamento de atividades.
Para aprender coisas novas é necessário enfrentar a barreira do medo e quebrar o paradigma do dom. "Se você não é muito afinado, não faz mal, pode usar uma gravação e cantar com a criançada. Quando na escola há alguém que toca violão, essa pessoa pode fazer um acompanhamento", afirma Rozelis Aronchi Cruz, que coordena o projeto em Diadema.
Se não há o amparo da rede de ensino, não desanime. "Aventure-se um pouco", defende José Henrique Nogueira, que há 18 anos dá atividades de música na Educação Infantil e recentemente começou ensinar como se faz isso no curso de pedagogia da Universidade Católica de Petrópolis, no Rio de Janeiro. De início ele sugere a leitura do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. O volume 3 traz orientações para crianças de 0 a 6 anos e uma discografia.
"Ajuda muito um planejamento das atividades que inclua a preocupação constante com a linguagem musical. A música não pode ficar restrita a eventos como festas e datas marcantes, mas deve ser uma prática diária", completa Elvira de Souza Lima, pesquisadora em desenvolvimento humano e orientadora dos programas de ensino musical das prefeituras de Blumenau (SC), Coronel Fabriciano (MG) e Guarulhos (SP).
http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/musica-aprender-se-divertir-422851.shtml
HISTÓRIAS MUSICAIS
Viola Clássica (Erudita)
===========================================
> Um pouco da história da Viola Clássica: <
===========================================
A Viola Clássica (Ou erudita) não tem parentesco com a Viola Caipira. É um instrumento utilizado em orquestras, sendo inclusive mais antigo que o Violino.
Seu nome original era "Viola da Gamba" e era tocada apoiada no solo, com um espigão, usando-se o arco para tanger as cordas. Com o passar do tempo, o espigão foi abolido e passou a ser apoiada no ombro.
Possui quatro cordas e seu som é mais grave que o do violino. Já a Viola "caipira" é mais parecida com o Violão, podendo ter 10 ou 12 cordas e cerca de 40 afinações diferentes.
Como foi dito, a Viola Clássica é um instrumento de cordas, o mais antigo da família do Violino, a que é semelhante em todos os aspectos estruturais.
As primeiras Violas serviam mais para acompanhamento, visto que tinham mais cordas e seus cavaletes eram menos curvos, de modo a se tocar mais notas ao mesmo tempo.
Eram, portanto, instrumentos harmônicos.
Até fins do século XVl, havia mais de dez instrumentos com o nome de viola:
- Viola da Braccio.
- Viola Bastarda.
- Viola d´Amore.
- Viola da Gamba.
A Viola como conhecemos hoje, evoluiu da Viola de Gambá para a Viola de Braccio – Viola de Braço, aliás, o nome da Viola em Alemão é Bratsche, que é uma corruptela de Braccio, que era tocada apoiada pouco abaixo do ombro, no peito.
A partir de meados do século XVII, as famílias Amati, Guarneri e Stradivarius passaram a produzir Violas mais parecida com as de hoje em dia.
3 jan
excluir
carregando •´¯`•-»£ëåñЮø [gerenciar]
A Viola é um pouco maior de que o Violino, a caixa de ressonância varia de 38 a 44 centímetros, e tem som mais grave. É afinada uma quinta abaixo do Violino e uma oitava acima do Violoncelo.
Haydn, Mozart e Beethoven incluíram a Viola em seus arranjos, inclusive Beethoven tocava tal instrumento (atualmente sua Viola está em poder da Violista Alemã Tabea Zimmermann).
No final do século XX, compositores como Hindemith e Honegger começaram a compor especialmente para esse instrumento.
As diferenças de afinação do Violino, Viola e Violoncelo estão abaixo:
Violino – sol, ré, lá, mi (Corda mais grossa para mais fina o da esquerda para direita).
Viola – dó, sol, ré, lá (uma oitava acima da afinação do Violoncelo).
Violoncelo – dó, sol, ré, lá.
As primeiras Violas serviam mais para acompanhamento, visto que tinham mais cordas e seus cavaletes eram menos curvos, de modo a se tocar mais notas ao mesmo tempo. Eram, portanto, instrumentos harmônicos.
A partir de meados do século XVII, as famílias Amati, Guarneri e Stradivarius passaram a produzir Violas mais parecidas com as de hoje em dia.
A Viola é um pouco maior de que o Violino – a caixa de ressonância varia de 38 a 44 cm – e tem som mais grave.
A Viola teve a mesma origem do Violino. E semelhante a ele, um pouco maior e de som mais grave. E o contralto da orquestra. A Viola é um pouco maior e mais pesada do que o violino e soa uma quinta abaixo.
Possui um som mais grave que se situa entre o Violino e o Violoncelo, e tem um timbre velado e meditativo. Suas qualidades eram apreciadas por Mozart, que tocava Viola e que fez contrastar os dois instrumentos na sua bela Sinfonia Concertante.
Devido ao seu maior peso e cordas mais largas, a Viola exige uma mão maior e mais forte que o Violino, e é mais cansativo tocá-la. Uma orquestra sinfônica tem doze ou mais Violistas.
Fabricante: http://www.nhureson.com.br
Preços de Violas: http://www.abcmusical.com.br/loja/produtos...ola%20de%20Arco
> Um pouco da história da Viola Clássica: <
===========================================
A Viola Clássica (Ou erudita) não tem parentesco com a Viola Caipira. É um instrumento utilizado em orquestras, sendo inclusive mais antigo que o Violino.
Seu nome original era "Viola da Gamba" e era tocada apoiada no solo, com um espigão, usando-se o arco para tanger as cordas. Com o passar do tempo, o espigão foi abolido e passou a ser apoiada no ombro.
Possui quatro cordas e seu som é mais grave que o do violino. Já a Viola "caipira" é mais parecida com o Violão, podendo ter 10 ou 12 cordas e cerca de 40 afinações diferentes.
Como foi dito, a Viola Clássica é um instrumento de cordas, o mais antigo da família do Violino, a que é semelhante em todos os aspectos estruturais.
As primeiras Violas serviam mais para acompanhamento, visto que tinham mais cordas e seus cavaletes eram menos curvos, de modo a se tocar mais notas ao mesmo tempo.
Eram, portanto, instrumentos harmônicos.
Até fins do século XVl, havia mais de dez instrumentos com o nome de viola:
- Viola da Braccio.
- Viola Bastarda.
- Viola d´Amore.
- Viola da Gamba.
A Viola como conhecemos hoje, evoluiu da Viola de Gambá para a Viola de Braccio – Viola de Braço, aliás, o nome da Viola em Alemão é Bratsche, que é uma corruptela de Braccio, que era tocada apoiada pouco abaixo do ombro, no peito.
A partir de meados do século XVII, as famílias Amati, Guarneri e Stradivarius passaram a produzir Violas mais parecida com as de hoje em dia.
3 jan
excluir
carregando •´¯`•-»£ëåñЮø [gerenciar]
A Viola é um pouco maior de que o Violino, a caixa de ressonância varia de 38 a 44 centímetros, e tem som mais grave. É afinada uma quinta abaixo do Violino e uma oitava acima do Violoncelo.
Haydn, Mozart e Beethoven incluíram a Viola em seus arranjos, inclusive Beethoven tocava tal instrumento (atualmente sua Viola está em poder da Violista Alemã Tabea Zimmermann).
No final do século XX, compositores como Hindemith e Honegger começaram a compor especialmente para esse instrumento.
As diferenças de afinação do Violino, Viola e Violoncelo estão abaixo:
Violino – sol, ré, lá, mi (Corda mais grossa para mais fina o da esquerda para direita).
Viola – dó, sol, ré, lá (uma oitava acima da afinação do Violoncelo).
Violoncelo – dó, sol, ré, lá.
As primeiras Violas serviam mais para acompanhamento, visto que tinham mais cordas e seus cavaletes eram menos curvos, de modo a se tocar mais notas ao mesmo tempo. Eram, portanto, instrumentos harmônicos.
A partir de meados do século XVII, as famílias Amati, Guarneri e Stradivarius passaram a produzir Violas mais parecidas com as de hoje em dia.
A Viola é um pouco maior de que o Violino – a caixa de ressonância varia de 38 a 44 cm – e tem som mais grave.
A Viola teve a mesma origem do Violino. E semelhante a ele, um pouco maior e de som mais grave. E o contralto da orquestra. A Viola é um pouco maior e mais pesada do que o violino e soa uma quinta abaixo.
Possui um som mais grave que se situa entre o Violino e o Violoncelo, e tem um timbre velado e meditativo. Suas qualidades eram apreciadas por Mozart, que tocava Viola e que fez contrastar os dois instrumentos na sua bela Sinfonia Concertante.
Devido ao seu maior peso e cordas mais largas, a Viola exige uma mão maior e mais forte que o Violino, e é mais cansativo tocá-la. Uma orquestra sinfônica tem doze ou mais Violistas.
Fabricante: http://www.nhureson.com.br
Preços de Violas: http://www.abcmusical.com.br/loja/produtos...ola%20de%20Arco
Assinar:
Postagens (Atom)
